Apostar fortemente na educação familiar e, para isso, encontrar tempo mesmo quando parece não haver. Ter espírito de abnegação e sacrifício, mesmo que em alguns casos afete a posição econômica familiar. O prestígio profissional que um pai ou uma mãe buscam não pode ter como consequência o abandono dos filhos, pois isso traz frustrações, já que o bem da família está acima dos êxitos profissionais. Dilemas às vezes aparentes que possam ocorrer nesse campo devem ser resolvidos com fé e oração, procurando a vontade de Deus.
Ter presente que é limitado e preciosíssimo o tempo que os filhos permanecem no ambiente familiar. Nesse período pode ocorrer que o tempo que os pais dedicam aos filhos é pouco, tornando difícil exigir deles devido aos escassos momentos de convivência, passando-se, assim, a ignorar o que fazem e como agem, fazendo que essa ausência seja a porta aberta para muitos vícios e individualismos que carregarão por toda a vida.
A virtude da esperança é muito necessária aos pais. Educar os filhos produz muitas satisfações, mesmo que algumas vezes produza dissabores ou preocupações. Não se deixar levar por sentimentos de fracasso, aconteça o que acontecer! Pelo contrário, recomeçar sempre com otimismo, fé e esperança. Nenhum esforço será desperdiçado, ainda que de imediato não se percebam os seus frutos.
Texto adaptado por Ari Esteves para o site www.ariesteves.com.br, com base no capítulo “Educar para a vida”, de A. Villar, no livro “A educação em família”. Artigo disponível emhttps://odnmedia.s3.amazonaws.com/docs/educacacao_em_familia-pt.pdf. Imagem de Tima Miroshnichenk.
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Ariovaldo Esteves Roggerio
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