Orientação Familiar

Seguem diversas obras que visam a harmonia da família, o crescimento no amor entre o casal, e também livros que ajudam os pais na educação dos filhos. Para educar hoje, dada a descarga desinformativa que vem por diferentes frentes, os pais não devem contar apenas o bom senso ou a experiência pessoal, mas torna-se necessário que conheçam a opinião de orientadores familiares, pedagogos e psicólogos para serem eficientes na tarefa de educar o comportamento da criança. 

Os livros abaixo podem ser encontrados na  Editora Quadrante

Educar o caráter
Affonso Aguiló
O livro trata – em tom positivo e ao mesmo tempo realista, prático, mas sem reducionismos – as ideias necessárias para identificar os aspectos que contribuem para a construção do caráter dos filhos. Como só a teoria não basta, o Autor ainda elenca uma série de exemplos e casos reais para ilustrar o melhor modo de aplicá-la.

Carinho e firmeza com os filhos
Alexander Lyford-Pike
O autor apresenta-nos o conceito de educação com personalidade: a firmeza (sem autoritarismos) dos pais que se transmite aos filhos e os ajuda a alcançar uma personalidade bem formada. Orienta sobre o modo assertivo de educar, as medidas corretivas, a importância do elogio, as técnicas para evitar as discussões com as crianças, entre outros assuntos muito interessantes. O seu filho de dez anos passa horas diante da televisão, ao invés de fazer a lição de casa. Você o olha, balança a cabeça, suspira, experimenta falar-lhe em diversos tons de voz, do compreensivo ao grave, e chega até a entrar na frente do aparelho, mas as respostas que ouve são sempre algo como: “Não tenho lição hoje”, “Já vou”, ou até “Saia da frente que o programa está interessante”. Que fazer? Muitos pais, influenciados pelas mais diversas correntes psicológicas, têm-se limitado a tolerar todo o tipo de condutas inadequadas, com receio de traumatizar as crianças; o resultado é uma geração de jovens e adultos com sérias dificuldades para viver em sociedade, assumir as suas responsabilidades e construir a própria felicidade. No entanto, as perplexidades que muitos pais enfrentam – diz-nos o autor deste livro – têm solução. São técnicas comunicativas simples, claras e acessíveis a todos, ilustradas por uma multidão de exemplos práticos extraídos da vida cotidiana e resumidas num sistema coerente. Trata-se, em última análise, de conciliar na medida certa o carinho e a firmeza, evitando os excessos do “liberalismo” e do “autoritarismo”, a fim de oferecer às crianças pré-adolescentes uma orientação e um modelo de vida seguros.

Educar hoje
Fernando Corominas
Educar hoje é diferente dos moldes antigos. Este livro impregna de otimismo e esperança a difícil e indelegável tarefa mais importante dos pais: preparar seus filhos para a vida. Aborda os diferentes períodos sensitivos da criança, e as virtudes que podem ser desenvolvidas em cada etapa da vida delas.

Conheça o seu filho
Anna Maria Costa
Através da observação caracterológica, oferece subsídios objetivos e valiosos para melhorar o desempenho da missão formativa dos pais. Conhecer os filhos, cada filho, é tarefa primordial dos pais, se não quiserem transformar o lar num colégio, num quartel ou numa pensão. Um lar luminoso e alegre não se constrói apenas com bons sentimentos: exige um afeto bem orientado, que assente no conhecimento progressivo, sagaz e matizado, de cada filho, a fim de favorecer o seu desenvolvimento pleno. A psicóloga italiana Anna Maria Costa proporciona neste caderno valiosos subsídios, baseados na observação caracterológica, que orientarão os pais quanto ao modo de tratar cada filho nas suas particularidades.

Enquanto ainda é tempo…
James B. Stenson
Quem é pai ou mãe de uns filhos pequenos não tem tempo a perder, nos poucos anos de que dispõe, para formar bem esses filhos na fé e na moral, e assim ajudá-los a ser cristãos serenos, corajosos, responsáveis e decididos a honrar e amar a Deus e os pais por toda a vida, e a formar bem, por sua vez, os filhos que vierem a ter.
Plenamente consciente da urgência desta tarefa, o Autor oferece nestas páginas sintéticas e diretas um conjunto valioso de considerações e de exemplificações que pormenorizam um caminho necessário e acessível para construir a vida dos filhos sobre bases sólidas. São princípios claros e ideais elevados, acompanhados de sugestões práticas, que têm em vista a formação correta da consciência dos filhos e o seu crescimento nas virtudes cristãs e do caráter. Mais do que ler, é necessário refletir (e examinar-se) sobre este punhado de conselhos, redigidos em forma condensada. Nada é mais importante na vida dos pais do que esta missão que Deus lhes confiou. Não é tarefa que possa ser delegada e menos ainda relegada à escola e aos professores, por melhores que estes sejam. E é uma tarefa de prazo limitado: se se deixa o barco correr, ameaça-se seriamente e talvez de modo irreparável o futuro dos filhos. É uma tarefa grave e para já: enquanto ainda é tempo. As páginas que se seguem constituem, pois, um brado de alerta que exige dos pais, antes de mais nada, uma vida pessoal guiada por altos padrões e conduta exemplar, e depois uma persistência sem desânimos, uma procura incessante dos caminhos mais adequados para cada filho e uma absoluta confiança em que Deus não os deixará sozinhos, como Pai que é tanto dos próprios pais como dos seus filhos pequenos.

Educar sem medo
Como superar a permissividade e a passividade e assumir as rédeas da educação dos filhos
Betsy Hart
“Para não magoar o filho, uma mãe evita usar a palavra «não», e por isso acaba cedendo aos inúmeros caprichos da criança. Certo pai, por sua vez, não quer oferecer parâmetros comportamentais claros à sua filha porque, desse modo, acabaria por «tolher » sua liberdade. Ah, sem falar naquele casal que permite toda sorte de amizade aos filhos adolescentes para não prejudicar sua vida social… E tudo isso, é claro, tendo por norte os conselhos de centenas de «especialistas» em educação. Com lucidez, compaixão, humor e, sobretudo, bom senso, “Educar sem medo” questiona a corrente aceitação de certas modas pedagógicas e recorda aos pais que é deles, e de mais ninguém, a responsabilidade de orientar o coração de seus filhos.”

Educar na realidade
Catherine L´Ecuyer
É necessário educar nossos filhos “na realidade”, tendo em conta o século atual, com vários dilemas educacionais com os quais os nossos pais não se deparavam. Um desses dilemas tem a ver com o uso frenético das novas tecnologias que faz com que tenhamos a sensação de estar a reboque desses acontecimentos. Educar na realidade é educar as crianças no sentido da curiosidade, em tudo o que as rodeia. A curiosidade é o desejo de conhecimento, e o que desperta essa curiosidade é a beleza. A beleza da realidade. Portanto, nossos filhos devem estar rodeados de realidade. Educar na realidade é educar nossos filhos e nossos alunos com realismo, e o ponto de partida da educação deve ser a natureza da criança. Como educar no mundo atual, na beleza da realidade e levando em conta a natureza das crianças? Que lugar devem ou podem ocupar as novas tecnologias na procura da perfeição de que é capaz a natureza das crianças e dos jovens? Estas perguntas são o prisma a partir do qual a autora, Catherine L´Ecuyer, aborda as novas tecnologias, neste livro. “A obra de Catherine baseia-se em estudos de todo o mundo para defender um acesso limitado aos computadores nas salas de aula, como forma de evitar que as crianças sofram de um dé? cit de realidade. Sem um conhecimento adequado da realidade, os alunos carecem de critérios congruentes tanto na sua vida quotidiana como no aspecto digital.”

Educar na curiosidade
Catherine L´Ecuyer
Como conseguir que uma criança que quieta observando com calma o que a cerca? Como ensiná-la a esperar antes de ter, pensar com motivação para aprender sem medo de se esforçar? Como educar crianças hiperestimuladas pelo volume de atividades ou pelo uso excessivo de dispositivos tecnológicos? Como torná-las protagonistas de sua própria educação? Essas são algumas questões que afligem pais e professores em meio a tantas mudanças e avanços tecnológicos. De leitura fácil e didática, Educar na curiosidade (Educar en el asombro, já na 16a. edição na Espanha e publicado na Itália e Coreia) traz à tona esse cenário em que crianças desde cedo já possuem agendas repletas de compromissos e têm a sua atenção voltada para os mais diversos estímulos externos. Um cenário em que a tarefa de educar torna-se um verdadeiro desafio. A autora oferece caminhos para que pais e professores saibam respeitar o desenvolvimento natural infantil, através do despertar da curiosidade, do instigar para o aprendizado e do deslumbramento diante do novo.

As pequenas virtudes do lar
Georges Chevrot
Georges Chevrot não necessita de apresentação ao leitor de língua portuguesa, acostumado a sucessivas edições de seus livros: Simão Pedro, o Sermão da montanha, etc. Nesta obra, o orador dos sermões quaresmais de Notre-Dame de Paris dá-nos a conhecer as palestras que proferiu na Rádio Luxemburgo, dirigidas às famílias reunidas na intimidade do lar. Uma a uma, vão-se retratando, na linguagem simples de um colóquio entre amigos, algumas das principais virtudes que se encontram na base do relacionamento. São verdades simples e exigentes como todas as do Evangelho, e, como as do Evangelho, acessíveis e eficazes para quem se disponha a ter ouvidos para ouvir. Não seria um elemento de coesão e de paz que todos os que vivem debaixo do mesmo teto se esforçassem por ser corteses e agradecidos, bem-humorados e benevolentes, sinceros e pacientes, pontuais e perseverantes? Estas “pequenas” virtudes são grandes virtudes. Elas bastam para converter a vida diária de uma família em algo atraente e amável, que realiza os pais e encaminha os filhos. Pode-se conseguir esse ambiente? As presentes reflexões mostram que sim. “Mas isso seria o paraíso na terra! – Não há dúvida de que sim, e desejo de todo o coração que se faça a experiência”, convida o Autor.
A vida de família compõe-se de evento sem história, mas é com eles – quando entrançados nessas “pequenas virtudes” – que se faz a História.

Família fora de moda?
André Parreira
O autor destas páginas apoia-se no Magistério da Igreja e na sua própria experiência de pai de sete filhos para convidar os casais cristãos a viverem com coragem e generosidade o compromisso que assumiram no altar no dia do seu casamento: acolher com amor os filhos que Deus lhes confiar, no exercício da autêntica paternidade responsável. Não se trata de mera resignação ou de uma obediência a contragosto, mas de um caminho cheio de amor e alegria na certeza de que tudo que Deus nos pede constrói nossa felicidade terrena e, depois, a eterna. «Vocês devem ser ricos, porque filho custa caro!»; «Será que vocês não pensam no futuro do planeta?»; «Ah, mas com tantos filhos vocês não devem ter tempo para a carreira, viagens, etc.»; «Vocês não sabem que isso já passou de moda?»… Frases como essas dirigidas a casais com muitos filhos são tristemente corriqueiras. Podem até ser bem-intencionadas, mas partem de ideias equivocadas que os poderosos e os meios de comunicação não cessam de martelar. O autor destas páginas apoia-se no Magistério da Igreja e na sua própria experiência de pai de sete filhos para convidar os casais cristãos a viverem com coragem e generosidade o compromisso que assumiram no altar no dia do seu casamento: acolher com amor os filhos que Deus lhes confiar, no exercício da autêntica paternidade responsável. Não se trata de mera resignação ou de uma obediência a contragosto, mas de um caminho cheio de amor e alegria na certeza de que tudo que Deus nos pede constrói nossa felicidade terrena e, depois, a eterna.

Lares luminosos e alegres
Tomás Melendo
Nesta obra, o filósofo Tomás Melendo trata de temas fundamentais para a família – o amor entre os esposos, a relação destes entre si e com os filhos, a importância do lar como ponto de apoio para todos os membros da família –, tendo como referência não apenas o que o Fundador do Opus Dei escreveu, mas também e sobretudo o que ele viveu. São Josemaria costumava dizer que todo afeto humano, se fundamentado no Amor de Deus, era também sobrenatural. É esse tom ao mesmo tempo divino e humano do amor que nos permite ter bem claro os princípios das relações familiares – o respeito à dignidade de filho de Deus dos seus membros, a preocupação pelo seu bem, etc. – e também descobrir a cada momento inúmeros gestos bem concretos de carinho para tornar mais agradável a vida daqueles que nos rodeiam. Com abundância de testemunhos, o leitor encontrará aqui inspiração para que o seu lar seja luminoso e alegre, e assim capaz de irradiar essa alegria a outros lares e, finalmente, à sociedade inteira.

Ha nacido una madre especial
Letícia Velasquez
Leticia Velasquez reuniu um seleção de histórias comoventes sobre como pessoas boas – conhecidas e desconhecidas – lidam notícias médicas difíceis. Destaca principalmente a benção que supões ter um filho com síndrome de down numa época em que o normal é matá-lo ainda no ventre materno. Está obra é um sopro de esperança para qualquer pai ou mãe de uma criança com necessidades especiais e um ponto de referência para aqueles que tem filhos com boa saúde.

Sogra (e a nora) ideal, A
Luz María de la Fuente
Inúmeras são as piadas e comentários jocosos que certas más línguas vão proliferando a respeito das sogras. A Autora – também ela sogra e nora – acredita que chegou o momento de empreender a defesa dessa personagem tão característica da vida das famílias, e nos dá aqui muitas orientações práticas e ideias-mestras para as sogras e para as noras com o objetivo de facilitar e enriquecer a convivência familiar. “Feliz foi Adão, que não teve sogra nem caminhão”, dizem – e escrevem – certas más línguas. Mas a Autora, também ela nora e sogra, pensa que já são horas de empreender a defesa dessa personagem central na vida da família, transformada em alvo fácil de gracejos e tiradas espirituosas. Por outro lado, porém, onde há fumaça, costuma haver pelo menos umas brasas: as sogras são humanas e têm defeitos, e algumas noras e genros, ao que parece, também. Por isso, estas páginas transbordam de orientações práticas e ideias-mestras destinadas a facilitar e enriquecer a convivência sogra/nora. O próprio Deus já tinha pensado na necessidade de ajudar as suas filhas neste tema tão espinhoso, e deu-lhes no Antigo Testamento uma pequena joia literária: o Livro de Rute. E também não se esqueceu das noras, a quem se aplicam tantas passagens relativas ao quarto mandamento. Visto assim à luz do querer amoroso de Deus, o relacionamento sogra-nora – como aliás todas as relações familiares – revela-se bem mais do que uma simples questão de tolerância mútua: é parte integrante e essencial da missão que Deus confia a cada uma das suas filhas… e a cada um dos seus filhos.

Como ser um bom pai
James B. Stenson
A educação dos filhos continua sendo, em pleno século XXI, uma missão apaixonante e necessária ao mesmo tempo. Ao longo de sua carreira, o Autor acompanhou pessoalmente centenas de famílias, procurando identificar as diferenças e encontrar padrões de vida familiar entre aqueles pais que haviam triunfado com seus filhos. O que tinham em comum aqueles homens e mulheres bem-sucedidos? O que haviam conseguido fazer certo? O que outros pais poderiam aprender de sua experiência?Narrando centenas de exemplos reais, o Autor aponta os diferentes obstáculos que encontramos na sociedade atual e que estorvam o papel de educador de um pai, e aporta soluções para superá-los. Recolhe numerosos acertos e erros em temas de regras de família, disciplina, escola, esportes, diversão, mídia, e grava nos corações dos pais as bases de uma educação afetuosa e firme ao mesmo tempo. A figura do pai, tantas vezes esquecida, recupera aqui toda a sua importância, profundidade e alcance.

O colégio dos nossos filhos
Evandro Faustino
Um bom colégio deve nos ajudar na mais importante missão de nossa vida: educar os filhos que Deus nos confiou. É fundamental pôr todo o nosso empenho em escolher uma boa escola, onde nossos filhos não serão meramente «adestrados», mas verdadeiramente formados, num ambiente que seja continuidade da família. Como escolher um colégio assim? Os critérios habituais – localização, preço, «modernidade», tradição, etc. – costumam não ajudar muito. Os bons pais educam os filhos individualmente, ajudando cada um deles a crescer rumo ao ideal de si mesmo. Essa é a educação personalizada. E esse deve ser também o ideal de um colégio que se proponha a ser parceiro dos pais na missão inalienável de educar os filhos. Colégios assim não são utopia. Existem espalhados pelo mundo (no Brasil também!), e todos nasceram da luta e da abnegação de pais que não se conformaram com a mediocridade. Serão mais e melhores na medida em que nós, os pais, realmente os desejarmos e pusermos mãos à obra para os edificar.

Preceptoria na escola, A
João Malheiro
Um terremoto vem abalando as faculdades de pedagogia ao longo dos últimos séculos. Pouco a pouco, os colégios vão se desviando de seus verdadeiros fins e gerando resultados desastrosos. Os desajustes educacionais que vemos em tantas famílias e escolas – superproteção dos filhos, ânsia desenfreada de consumo, doenças psicológicas – são sinais de que alguma coisa está errada. O «desmonte» do ser humano é um processo em curso. Mas há luz no fim do túnel, e ela vem da experiência da preceptoria. Parece que o caminho para «remontar» a natureza humana e formá-la nas capacidades socioemocionais – as chamadas virtudes morais – deve passar por esse acompanhamento personalizado de cada aluno e cada aluna, almejando sua formação integral. Onde foi implementada, a preceptoria gerou resultados positivos. Neste livro, o autor revela ao leitor, com detalhes, tudo o que se faz necessário para implementá-la com excelência também em nossas escolas.

O que os filhos esperam dos pais
Hugo de Azevedo
Numa perspectiva pouco habitual, este caderno analisa os frutos que os filhos esperam dos pais ao longo dos muitos anos de convívio íntimo, até poderem voar por conta própria. Ver os filhos do ponto de vista dos filhos é coisa que falta no seu dia a dia e que é muito salutar: não apenas porque elimina o subjetivismo, mas porque abre as vias para transpor o eterno dilema entre o autoritarismo do “digo porque digo” e a complacência da fraqueza moleirona. Se os pais se fizerem irmãos dos seus filhos – pois tanto pais como filhos somos filhos de Deus –, verão resolvidos muitos quebra-cabeças da tarefa educativa.

Pais bem-sucedidos
James B.Stenson
Por que alguns pais obtêm sucesso e outros falham na tarefa de educar os filhos? Com a lucidez e o senso prático que lhe são característicos, o Autor aponta os meios para ser um destes pais formadores de mulheres e homens maduros, responsáveis e seguros de si. Por que tantos jovens adultos de hoje transmitem uma penosa impressão de fragilidade e vazio? Por que tantos não conseguem funcionar sem analista, parar num emprego, levar avante uma família ou viver sem se doparem, com drogas, trabalho, álcool ou videogames? A resposta – dizem-nos psicólogos e educadores – está em que não tiveram, quando crianças, a presença de um pai que os formasse com o exemplo e a palavra. James Stenson não se limita a diagnosticar o problema e a pôr o dedo na chaga das mudanças sociais que corroeram o papel do pai na família ao longo dos últimos cem anos. Enfrenta honestamente a pergunta: por que alguns pais obtêm sucesso e outros falham na tarefa de educar os filhos? E, com lucidez, aponta os meios para ser um desses pais bem-sucedidos, formadores de mulheres e homens maduros, capazes de enfrentar por si mesmos as duras travessias que a vida reserva a todos.

Educação das virtudes humanas e a sua avaliação, A
David Isaacs
As técnicas e as ferramentas para o ensino são hoje muito sofisticadas. Quem quer ter informação vai alcançá-la em segundos, em todos os formatos, e com infográficos, gráficos e tutoriais. E o progresso não dá sinais de se cansar. Mas as perguntas maiores continuam em aberto:
– Como agir bem?
– E se vier o cansaço de fazer o bem?
– Por que o tédio quando parece que já se tem tudo?
– Como dar e ficar contente?
David Isaacs procura responder a essas e outras perguntas.
Este é um livro útil para todos, especialmente para pais e professores de todas as escolas, públicas e privadas, religiosas ou não.

Filhos, quando educá-los?
James B. Stenson
Ao apontar com realismo as pressões negativas do ambiente, o autor apresenta soluções e maneiras concretas de preparar a felicidade futura dos filhos. Um alerta para os pais e educadores. Ajuda a projetar o futuro, a formação do caráter, a importância da vida familiar, os modelos de deformação e apresenta soluções educativas. O ambiente de hoje exerce sobre os jovens uma pressão negativa sem precedentes. As estatísticas são estarrecedoras. Que podem e devem os pais fazer para, apesar de tudo isso, verem os filhos tornar-se pessoas de caráter, maduras e responsáveis? Estas páginas incisivas do educador americano James Stenson formulam a resposta sem meias-palavras: ter um plano de educação claro e começar cedo, quando os filhos ainda são crianças. Sério no tom, o autor abre-nos no entanto inúmeras soluções e maneiras concretas de preparar a felicidade futura dos filhos.

Terapia de Guerrilha
Ítalo Marsili
A geração de hoje, da qual fazemos parte, é uma geração soft, desacostumada a qualquer tipo de intempérie, contrariedade ou incômodo. Somos a geração da roupa 100% algodão, que precisa de anestesia para arrancar o siso e de lente de correção para não frisar o olhinho. Somos a geração do micro-ondas, dos múltiplos confortos. Mas aqui está o ponto essencial: a vida é guerra. Se você nasceu, já está convocado. A vida não espera você virar gente para acontecer, colocando em stand by os eventos cósmicos até que você seja alguém capaz de erguer a cabeça, em vez de ficar no canto, chorando suas pitangas. Engula o choro. Quer ser um bebezão para sempre? Alguém com quem as pessoas não podem contar?
Terapia de Guerrilha não é um termo técnico. Não se encontra nada parecido em nenhum livro de psicologia. Também não são respostas particulares, como faço em meu consultório, mas remédios que operam naquilo que é igual em você e em mim, e no seu vizinho, na sua esposa, no seu marido, nos seus filhos e colegas. Há certos mecanismos e padrões que não são exclusividade sua, mas que fazem parte da natureza humana, que é comum a todos nós. É aí que trabalha a Terapia de Guerrilha. É isso que você tem de conseguir ouvir e entender. Os socos que eu dou não são para feri-lo, mas para movê-lo. É simples assim.

Adolescencia
Conversasiones sobre educación familiar
Luis Riesgo Ménguez y Carmen Pablo de Riesgo

Las situaciones en las que se van econtrando los adolescentes son similares a las que ya experimentaron en su infacia, con añadido[…]

Gastando tempo com os filhos
Mannoun Chimelli
Conselhos práticos e simples sobre as prioridades que se devem ter para dispor e aproveitar bem o tempo na formação integral dos filhos. Um dos problemas que mais afligem os pais é o do tempo que devem gastar na convivência com os filhos. Nestas páginas, a Autora, que é médica e pedagoga, mostra-nos, com inúmeros conselhos práticos e simples, como dispor desse tempo, como aproveitá-lo bem, que prioridades propor-se para formar homens e mulheres integrais, capazes de olhar de frente para a vida e dizer: «Obrigado, pai e mãe, pelo dom imenso de viver; obrigado, pai e mãe, porque vocês existem!».

A arte de ensinar a amar
Mannoun Chimelli
Amar é a atitude mais nobre que um ser humano pode assumir na vida, e é para isso que a natureza humana aponta na sua dimensão mais profunda e verdadeira. Por isso, desde crianças procuramos aprender a ser felizes, a fazer boas escolhas, a construir boas amizades e a formar uma família saudável e alegre. Mas é importante ter claro que ninguém está sozinho nessa busca pelo amor. Muito Antes de termos a independência de um adulto, fomos recebendo dos nossos pais exemplos e palavras que nos ajudaram a compreender os desenvolvimento do nosso próprio corpo. E nada mais natural numa criança do que perguntar também sobre as diferenças que vê nas pessoas da mesma idade que ela da mesma idade que ela. Assim se desenvolve a infância e a adolescência, num processo mais ou menos linear de compreensão das disposições pessoais e alheias para a vivência do amor, bem como de sua expressão na sexualidade. É claro que a adolescência é um período mais complicado nesse campo. E nós, como pais, temos a doce responsabilidade de ensinar nossos filhos a amar, para que sejam no futuro pessoas realizadas e felizes.

Hablemos de sexo con nuestros hijos
Nieves Gonzáles Risco
Una guía práctica, repleta de orientaciones didácticas y situaciones cotidianas de educación afectivo-sexual. Facilita a los padres pautas concretas para hablar sobre la sexualidad con sus hijos, desde la infancia hasta la adolescencia.

Filhos: informação sexual
Francisco Sequeira
O sexo tornou-se uma obsessão, e por isso é urgente que os pais falem sobre o assunto de modo a esclarecer e informar os filhos, transmitindo-lhes os valores cristãos da castidade e do pudor. Hoje fez-se do sexo uma obsessão. A um tabu sucedeu-se um mito, e ao véu de constrangido mistério sucedeu-se o despudor animal. A informação sexual passou para as escolas e para a rua; o que era sério transformou-se em piada, e a informação sexual em incitação sexual. Urge recolocar as coisas no seu lugar, e o sexo naquele que lhe cabe: talvez o quarto ou quinto na ordem das preocupações humanas. Urge reintegrar o sexo numa visão superiormente humana, garantida pela castidade, pelo pudor, pelo respeito aos outros e pelo respeito a si próprio como filho de Deus.

Educar para a amizade
Gerardo Castillo
Orientações claras dirigidas a pais e professores para formar a autêntica amizade ao longo de cada etapa de desenvolvimento dos filhos, desde a infância até a idade juvenil. A amizade ocupa um papel central na formação da personalidade. É por meio dela que a pessoa, ainda na adolescência – a idade da amizade – aprende a conhecer-se a si mesma, a ganhar confiança nas suas capacidades, a satisfazer inúmeras necessidades afetivas, a viver a lealdade, a sinceridade e a generosidade, etc. No entanto, muitos pais e professores não sabem relacionar a vida de amizade dos filhos ou alunos com esse aprimoramento da personalidade a que desejam conduzi-los. Neste livro, Gerardo Castillo monstra-lhes as orientações educativas mais apropriadas para formar a autêntica amizade ao longo de cada etapa de desenvolvimento dos filhos, desde a infância até a idade juvenil. Estuda as situações excepcionais, como os conflitos de gerações que podem surgir por causa das amizades dos jovens, as gangues juvenis e os adolescentes isolados, bem como as medidas que se devem tomar para preveni-las. E, sobretudo, oferece um critério objetivo numa série de temas difíceis de deslindar: Como distinguir a verdadeira amizade dos seus sucedâneos? Como escolher bem os amigos? Como ser um bom amigo? Que balizas éticas seguir na vida de amizade?

Educar em valores inteligentes
Alfonso Barreto
Este livro representa uma colaboração didática à compreensão essencial dos valores que verdadeiramente enriquecem uma pessoa -sejam crianças, jovens ou adultos-, a fim de que possam orientar suas vidas em qualquer lugar ou circunstâncias em que se encontrem. Trata da prática dos valores, sua universalidade e essencialidade. Este livro representa uma colaboração à didática e à compreensão essencial dos principais valores da pessoa. Neste texto, o leitor encontrará uma gama de valores sugeridos para fundamentar e trabalhar com crianças, jovens e adultos. A proposta aqui é mais metodológica e intencional. Abordam-se conceitos-chave, propostas de trabalho e reflexões de autores importantes.

O Evangelho no lar
Georges Chevrot
Comentários a diversos ensinamentos do Evangelho sobre o casamento, a educação dos filhos e as diferentes circunstâncias do convívio familiar, que deve edificar-se sobre a única rocha inabalável: Cristo. Georges Chevrot, pregador de Notre-Dame de Paris, é bem conhecido do público brasileiro pelas suas obras de espiritualidade ao mesmo tempo renovadoras e acessíveis, muito próximas das preocupações e vivências cotidianas de cada um de nós. Autor de inúmeros títulos, muitos dos quais já traduzidos em português –As pequenas virtudes do lar, Simão Pedro, O Sermão da Montanha, Em segredo, O filho pródigo –, as suas idéias só vêm ganhando em vigor e atualidade com o passar dos anos. Nesta obra, comenta diversos ensinamentos do Evangelho em que se refletem aspectos singelos e cotidianos que o Senhor viveu e presenciou na sua vida entre os homens. Aplica-os à preparação para o matrimônio, à educação dos filhos, ao tempo que é preciso dedicar ao lar, à missão que toda a família tem de ser um fermento de vida cristã na sociedade. E refere-se também às pequenas obras pessoais que constituem o fundamento sobre o qual se apóia a vida em comum, como a oração individual diante de Deus, o exame de consciência, a leitura do Evangelho… A singeleza e simplicidade com que este livro está escrito deixam transparecer com muita clareza a grande tarefa que o autor nos propõe já a partir do primeiro capítulo: edificar a nossa vida inteira, o lar de que fazemos parte, e assim a sociedade, sobre rocha, sobre o único ponto de apoio estável e permanente num mundo em que tudo muda e tudo parece desfazer-se: Cristo.

Famílias digitais
Alfredo Abad Domingo
A internet se tornou cultural. Modificou nossa maneira de realizar certas atividades, antes manuais e agora tecnológicas, antes analógicas e agora digitais. Ou seja, mudou nossa forma de viver e nossa cultura. Mas um novo modo de vida tem implicações importantes em todos os aspectos: físicos, profissionais, sociais, econômicos e morais. Por essa razão, é necessário tratar as novas tecnologias de uma perspectiva multidisciplinar, que é o que este livro pretende. A aprendizagem através das novas tecnologias acelera a leitura de textos, a visão de imagens e vídeos, a audição de sons, a interação com o dispositivo de aprendizagem e a relação social com outros agentes, portanto tem essa irresistível capacidade de monopolizar nossa atenção e criar dependência. No entanto, também apresenta novos desafios de aprendizagem e a melhoria da produtividade de nossas tarefas, oportunidades que não podemos desperdiçar nem desprezar.

Por um novo feminismo
Sueli Caramello Uliano
A autora traça-nos aqui o esboço do que seria um feminismo verdadeiramente feminino: trata-se de aproveitar tudo o que houve de legítimo e bom nas conquistas feministas dos dois últimos séculos, sem perder de vista aquilo que é o mais próprio da mulher – a sua capacidade de ser mãe, a consciência da sua específica vocação como filha de Deus, os valores de ternura, delicadeza e sensibilidade que só ela pode trazer à família, à vida profissional, à sociedade humana.

Amar os adolescentes
Mannoun Chimelli
Uma especialista em Medicina dos Adolescentes comunica a sua experiência pessoal e profissional do atendimento aos adolescentes e às suas famílias, na esperança de favorecer o diálogo, a compreensão e uma visão mais otimista, real, da adolescência entre nós. “Não se pode deixar de perceber que existe no ambiente um estereótipo negativo quanto aos adolescentes. Você mesmo, caro leitor, se fosse interrogado, como responderia à pergunta: «Quem são, para você, os Adolescentes?»
O desejo de comunicar a minha experiência médica pessoal do atendimento aos adolescentes e às suas famílias levou-me a escrever estas páginas, na esperança (será pretensão?) de favorecer o diálogo, a compreensão e uma visão mais otimista, real, da adolescência entre nós: amar os adolescentes, porque, no meu entender, é isso que anda faltando entre nós…”

O privilégio de ser mulher
Alice Von Hildebrand
Todas as crianças nascidas de mulher viverão eternamente, pois a elas foi concedida uma alma imortal, feita à imagem e semelhança de Deus. Uma coisa é certa: quando chegar a hora, nada que tiver sido produzido pelo homem subsistirá. Um dia, todas as realizações humanas serão reduzidas a um monte de cinzas. Por outro lado, todas as crianças nascidas de mulher viverão eternamente, pois a elas foi concedida uma alma imortal, feita à imagem e semelhança de Deus. Sob essa luz, a afirmação de Simone de Beauvoir de que “as mulheres não produzem nada”, mostra-se especialmente ridícula.”

Virtudes para la convivencia familiar
David Isaacs
Este libro pretende ayudar a los padres de familia, especialmente a aquellos que tienen hijos adolescentes y jóvenes, a reflexionar sobre cómo mantener la familia unida y, a su vez, dejar vivir. Es decir, respetar la autonomía de cada miembro. Habla de la importancia de compartir valores y de cuándo conviene realizar actividades en común y cuándo conviene dejar a cada uno actuar «a su aire». Propone soluciones prácticas a los problemas que surjan, comenzando por la unidad y la autonomía en el matrimonio, para luego tratar las relaciones con los hijos. El autor destaca tres virtudes que pueden ayudar mucho a las familias: la prudencia, con el fin de determinar quién debe tomar cada decisión y cómo, para acertar; la paciencia, para respetar la manera de ser de cada uno, superar las dificultades de la convivencia y esperar la llegada de los momentos buenos; y la generosidad con el fin de atender las necesidades de los demás ayudándoles a mejorar como personas.

Garotos à deriva, garotas no limite
Leonard Sax
Nesta Obra, o Dr. Sax mostra, com base em estudos e estatísticas, que dar a meninos e meninas uma educação idêntica na sua forma não facilita o advento da tão sonhada << igualdade entre os sexos>>, ou seja, não aumenta o número de mulheres engenheiras ou de homens enfermeiros. Essa situação, felizmente, não é inescapável. Uma educação adaptada às características próprias do modo de pensar e agir dos dois sexos – e que leve em conta até as diferentes etapas do desenvolvimento físico de meninos e de meninas – é sem duvida um primeiro grande passo. É tendo isso bem presente que o Dr. Sax propõe estratégias para que meninos – mais fãs de futebol e de videogames – também possam amar a literatura, a história e a geografia. E para que as meninas – muitas vezes fissuradas nas redes sociais e nas séries americanas – também gostem de matemáticas e físicas. E mais importante do que isso, para que ambos possam torna-se, com a colaboração dos pais e dos professores, homens e mulheres com uma identidade sólida.

Pais inteligentes, filhos resolvidos
Dora Porto
Não há como negar: a contemporaneidade tem mudado os paradigmas da nossa sociedade. O relativismo exacerbado tem contribuído para a perda de valores importantes do relacionamento humano. Dora Porto, atenta às mudanças substanciais pelas quais o mundo passa, resgata valores para o bom convívio pessoal, partindo da base das relações sociais – a família. Valendo-se de especialistas da área da psicologia, de relacionamento familiar, entre outros, a autora, em uma linguagem agradável e bem-humorada, aborda questões-chave para quem se interessa no desenvolvimento autônomo dos filhos. Fruto de mais de 20 anos de trabalho como Orientadora Familiar, a autora discorre acerca do sentimento de insegurança e desorientação experimentados por muitos pais, especialmente diante de situações de conflito, que exigem autoridade e imposição de limites aos filhos.

Gender, quem és tu?
Olivier Bonnewijn
“Com rapidez e meios desconcertantes, o conceito polimorfo de gender se implantou no cerne das políticas internacionais, regionais, nacionais e locais, instrumentos jurídicos, programas culturais, códigos éticos, universidades e escolas. […] Quais são as realidades que esse novo conceito designa? Por meio do estudo do feminismo radical e de seus aliados históricos, queremos perceber a intuição de base que guia os teóricos do gender radical, penetrar no cerne da inteligibilidade de suas ideias, encontrar seu princípio estruturante e articulador e o movimento íntimo que o anima”.[…] “Alguns apontam hoje para uma tendência do Estado de querer se substituir à família no que concerne à educação das crianças, adolescentes e jovens (postura estatizante); por um lado, fazendo apelo aos direitos das crianças e, por outro, criando seu próprio departamento de planejamento familiar, que, no fundo, não leva em conta os interesses da família, mas tende a propor seu ponto de vista em função de estudos de especialistas que, muitas vezes, sequer têm a família como horizonte ou a valorizam. […] A educação da sexualidade requer uma educação para o amor. Esta noção está ausente das propostas de educação sexual comumente veiculadas (muitas vezes sanitaristas e contraceptivas)”. — trechos do posfácio do Pe. Rafael C. Fornasier

Como criar bons filhos católicos
Mary Reed Newlnd
Publicado pela primeira vez há mais de cinquenta anos, Como criar bons filhos católicos tornou-se um clássico da literatura católica nos Estados Unidos. A partir da sua própria experiência, Mary Reed Newland apresenta, numa linguagem simples e acessível, dicas concretas para conduzir as crianças no caminho da Fé. Mãe de 7 filhos, Newland demonstra como os princípios católicos de santidade podem ser facilmente traduzidos em termos simples para serem aplicados às crianças – e também aos jovens. Como o livro é baseado na própria experiência da autora, e não numa teoria abstrata, nada do que é apresentado aqui é impossível ou extraordinário. Na verdade, refletindo sobre a nossa própria experiência, à luz do que expõe a autora, percebe-se que se trata de uma abordagem bastante realista e coerente, baseada no bom senso e, sobretudo, na sabedoria dos ensinamentos católicos. Mary Reed Newland, portanto demonstra como é possível educar crianças ainda pequeninas a amar a Deus e desenvolver virtudes como: 
– O hábito da oração diária;
– Amor genuíno ao Santo Rosário;
– O sentido da dignidade do trabalho;
– Devoção à Virgem Maria e aos santos;
– Atenção ao assistir a Santa Missa;
– Amor pela Eucaristia;
– Compreensão e amor pela pureza;
– Habilidade para fazer boas confissões;
– … e outras dezenas de habilidades, hábitos e virtudes que todas as crianças católicas têm necessidade.

Aproximar os filhos a Deus
Ernesto Juliá
Os pais são os primeiros e principais educadores dos seus filhos. Não apenas porque estão com eles desde o momento em que estes nascem e tiram dúvidas de todas as matérias e ajudam em trabalhos por horas a fio com dedicação exclusiva e carinhosa, mas também porque são responsáveis por dar-lhes exemplos das principais virtudes, entre elas a fé e a piedade. O Pai comum de ambos conta com eles para transmitir aos filhos o que de melhor têm: uma vida em que Deus é o centro e a raiz, o motivo e o destino de todas as suas ações. É assim que o autor deste livro incentiva os pais a aproximarem os seus filhos a Deus: estando eles mesmos próximos de Deus. E deixa claro e explora outros dois pontos cruciais: que eles aprendem sobretudo pelos exemplos que veem dos pais e irmãos, e que precisam ser livres – o que não quer dizer desligados de obrigações, mas conscientes delas e das suas respectivas consequências.

Cristo e o nosso corpo
André Léonard
Um livro que expõe de maneira clara, honesta e didática a visão cristã da sexualidade, mostrando a sua imensa carga positiva e o seu profundo significado como imagem da aliança de amor de Cristo com a sua  Igreja. Não há como negar que nos nossos dias, por questões ideológicas ou simplesmente comerciais, a família vem sendo atacada por uma campanha de mentiras e informações distorcidas, por instrumentos legais e pela difusão de uma mentalidade contraceptiva, profundamente individualista e hedonista. Na origem e no centro dessa tormenta, encontra-se o tema da «libertação sexual», tão propalado nos últimos decênios. É urgente, pois, recolocar as coisas nos seus eixos a partir da base, que é a sexualidade vivida com retidão humana e cristã, em tudo o que tem de positivo. O autor, arcebispo emérito de Malinas-Bruxelas (Bélgica), aborda esse tema com a clareza de quem foi professor universitário durante muitos anos. Começa por mostrar toda a grandeza da visão cristã do corpo, destinado à vida eterna e glorificado em Cristo pela Encarnação; depois, situa o sexo dentro desse âmbito, como capacidade de comunhão recíproca e de transmissão generosa da vida, mas também como imagem da Nova Aliança, do matrimônio espiritual de Cristo com a sua Igreja. A seguir, analisa uma por uma as principais distorções que ocorremnesse campo, desde o homossexualismo e o sexo fora do matrimônio até a fecundação artificial e a contracepção. E termina com uma explicação sobre o modo de viver a castidade, essa virtude que salvaguarda e eleva a personalidade humana. Destinado inicialmente aos jovens, este livro é de extrema utilidade para todos: para os pais, que têm a obrigação de formar – não só de informar – os seus filhos em matéria de sexualidade; para os professores, médicos e orientadores de todo tipo, que queiram dar respostas completas e honestas aos que vêm procurá-los; para os cristãos de todas as idades, que não só devemresolver as suas dúvidas com relação ao tema,mas têm obrigação de conhecer e difundir a doutrina cristã da sexualidade. Porque é na castidade que se acrisola o amor, e é só esse amor protegido e purificado que fornece uma base firme e estável sobre a qual construir a família e, em última análise, a sociedade.

Dois pequenos passos na areia molhada
Anne-Dauphine Julliand
Uma família perfeitamente normal. Um casal feliz. Dois filhos pequenos, Thais e Gaspard, e um bebê a caminho. Até que um dia, num passeio pela praia, a forma como Thais vira o seu pezinho ao andar muda tudo; trata-se de uma doença genética rara: leucodistrofia metacromática. “Este livro mostra que devemos acreditar sempre que a felicidade é possível. Em todas as circunstâncias. A minha força advém do amor, do amor aos nossos filhos, do amor que lhes temos, do amor que nos dão. É graças ao amor que conseguimos escalar as nossas montanhas. Estou certa que é o amor que faz girar o mundo. Quis transformar uma situação extraordinária num cotidiano normal”. — Anne-Dauphine Julliand

Fundamentos da cultura contemporânea
Mariano Fazio
O fio condutor deste livro é o processo de secularização característico da nossa cultura, e que o autor aborda a partir de uma perspetiva da visão cristã do homem e da História. O trabalho consta de quatro partes. Na primeira expõem-se os elementos mais característicos da época moderna (séculos XVI-XVIII), onde se coloca em evidência o início do processo de secularização. Na segunda examinam-se as principais ideologias contemporâneas – liberalismo, nacionalismo, marxismo, cientificismo -, evidenciando o seu papel de religiões substitutivas. A terceira parte centra-se na crise da cultura da Modernidade no século XIX, e aborda o nihilismo, a sociedade permissiva, e os movimentos culturais mais atuais: feminismo, ecologismo, novos movimentos religiosos. O livro conclui com uma análise da relação entre a Igreja Católica e o mundo contemporâneo.

A educação do homem consciente
Helena Lubienska de Lenval
Este volume contém três livros de Helena Lubienska: A educação do homem consciente, onde a pedagoga alia os princípios de sua teoria a conselhos práticos, de modo a nos apresentar o seu método original, que visa a auxiliar a criança a se tornar um homem livre e consciente mediante o ordenamento do corpo e da atividade psíquica em função do espírito, da própria pessoa. Em seguida, Espírito e técnica do Método Montessori, onde a discípula expõe os fundamentos do trabalho da “Doutora”, dando uma visão de conjunto aos que não o conhecem e um resumo prático aos que já o conhecem. Ela desfaz mal-entendidos a seu respeito e esboça seu posicionamento na história da pedagoga. E, por fim, Como educar a atenção, em que ela defende que a atenção da criança — diferente, em geral, da do adulto — é gratuita e contemplativa, penetrando o essencial das coisas de forma simples, direta e silenciosa. Tomando como exemplo o ensino da literatura, da matemática e da religião, Lubienska mostra de que maneiras se pode pôr a criança em relação direta com o fato científico, com a obra de arte ou a realidade espiritual, para que possa exercer mais livremente sua faculdade de compreender. “Este é o nosso ponto de partida: estabelecer em nossa vida o primado do espírito. Desejamos que para a criança, como para nós, a vida espiritual seja a vida real, e que toda a atividade física e psíquica lhe seja subordinada. Para nós, a pedagogia que não for uma metafísica encarnada não tem valor algum”.

Educação Single-Sex
Affonso Aguiló
A educação single-sex é uma opção pedagógica que procura atender mais especificamente a diversidade entre homens e mulheres. O assunto tem uma boa aceitação em muitos países, com resultados excelentes; porém, em outros lugares, está envolta num acalorado debate. Algumas pessoas consideram que defender a educação single-sex é próprio de posições conservadores ou ultrarreligiosas, de sociedades pouco desenvolvida ou ate mesmo machista. No entanto, se examinamos o assunto com amplitude e sem preconceitos, podemos observar que é uma realidade presente em situações muito diversas com relação a politica, religião, economia, correntes ideológicas ou pedagógicas. Neste livro são abordados diversas objeções feitas a essa opção pedagógica nas últimas décadas em tomo mundo, citando fontes originais e fornecendo abundantes dados e estudos sobre cada tema.

Filhos e pais – Sabedoria e orientação para os pais
Dom Fulton Sheen
“Os pais cometem o maior erro de suas vidas quando igualam liberdade com amor nas relações com seus filhos, ou quando dizem: “Mas se eu não deixasse o João fazer o que quisesse, me faltaria amor por ele”. Ou: “Por que eu deveria ensinar a ele algum princípio moral ou religião? Esperemos até que ele seja velho o suficiente para decidir por si”. Mas, segundo a mesma lógica, por que os pais sempre deveriam ensinar português aos filhos? Por que não esperar até que completem vinte e um anos e então deixar que decidam qual idioma querem aprender? Por que impor hábitos de limpeza, polidez ou honestidade? Todos os pais que se eximem de exercer controle e disciplina inteligentes sobre seus filhos são pragas sociais muito antes de seus filhos se tornarem delinquentes. Que imenso Saara separa o mundo ocidental, no qual a liberdade é identificada com o sentimentalismo, do mundo comunista, onde a liberdade é identificada com a tirania. Em um caso, há liberdade sem lei e, no outro, lei sem liberdade. Somente aqueles que têm firmeza moral podem compreender a verdade básica de que amor implica liberdade, mas nem toda liberdade implica amor”.

Lo que no podemos ignorar
J. Budziszewski
Con un estilo convincente, y sólidos argumentos, este ensayo habla de forma clara y certera de la ley natural, y de cómo la conocemos. Trata sobre el mundo perdido de las verdades morales comunes, y lo que sabemos realmente acerca de lo bueno y lo malo. Ayuda también a entender los efectos de la pérdida de estas nociones en nuestra cultura contemporánea.
El autor es un lúcido y comprometido defensor del sentido común basado en el orden natural de las cosas, unido a la razón, iluminado por la fe. Con su exposición quiere, sobre todo, reforzar la confianza de la gente sencilla en los fundamentos morales de ese sentido común.

Filhos de Deus
Francisco Fernández-Carvajal e Pedro Beteta Lópes
Partindo dos ensinamentos de Mons. Escrivá, os autores refletem sobre a filiação divina e os efeitos que ela causa em nossas vidas.

Da vanglória e da educação do filhos
São João Crisóstomo
Se desde a primeira infância carecem as crianças de mestres, que será delas? Se alguns, educados e instruídos desde o ventre materno até a velhice, não conseguem triunfar, que males serão capazes de cometer os que nunca foram educados? O certo é que todas as pessoas se esforçam para que seus filhos se instruam nas artes, nas letras e na eloquência, mas a ninguém ocorre pensar em como exercitar sua alma. Portanto, não cesso de vos exortar, rogando-vos e suplicando-vos que, antes de qualquer coisa, eduqueis bem os vossos filhos. Se tendes consideração por vossos filhos, aqui o haveis de mostrar”.

A paz na família
Francisco Faus
“Quanta reclamação, quantas brigas lá em casa! Quando vamos ter um pouco de paz?” O Autor aponta aqui as raízes da discórdia que pode surgir nas famílias e sugere, com conselhos práticos, os remédios para fazer do nosso lar um encanto de alegria e tranquilidade. Se perguntarmos a uma pessoa recém-casada qual é o bem que mais deseja na família, provavelmente responderá: – “O amor”. Se fizermos a mesma pergunta a um homem ou a uma mulher já maduros, com longos anos de convivência familiar, é provável que nos responda: – “A paz”. Nem todos dirão isso, certamente, mas muitos, sim. É que os anos de convívio entre marido e mulher, e entre pais e filhos, vão evidenciando que a paz é um bem inestimável, tanto mais precioso quanto mais frágil e difícil é de conseguir e de conservar. O caminho para a paz passa pelo nosso coração. O Autor convida-nos, por isso, a descer aos porões do coração, onde diagnostica com firmeza as raízes do mal: o orgulho e o egoísmo comodista, que entronizam o “eu” no centro da vida familiar; o hedonismo e utilitarismo, que atrofiam a capacidade de amar. Mas não se detém na “denúncia”, como hoje se gosta tanto de dizer. Com meridiana clareza, mostra que a paz é um bem que se constrói à força de virtudes, de misericórdia e humildade, de espírito de serviço e esquecimento de si, de perdão, mansidão e paciência… e, não por último, de caras sorridentes.

Amor e casamento
Cormac Burke
Alvo de controvérsias, o matrimônio é contemplado aqui com muito bom senso. O leitor encontra abordados nestas páginas os aspectos centrais do amor humano: a doação de si mesmo, a abertura para os filhos, a formação de uma família cristã. O livro traz um apêndice sobre a questão do aborto. O tema do matrimônio sempre foi alvo das mais difíceis controvérsias, pois nele se entrelaçam os aspectos centrais da vida: a liberdade pessoal e a doação de si mesmo, o impulso sexual como satisfação egoísta e a abertura para a paternidade, o direito à felicidade pessoal e os compromissos definitivos do vínculo conjugal. Hoje em dia, nos ambientes da sociedade permissiva – às vezes rotulada de “progressiva” pelos meios de comunicação –, vêm ganhando corpo os preconceitos acerca da fidelidade e da entrega de si próprias do casamento, chegando-se a encarar o divórcio como solução “libertadora”. Nestas páginas, Cormac Burke, autor do caderno Somos livres?, deslinda com inesgotável bom senso e suave ironia os principais mal-entendidos que podem reinar nessas mentes modernas. Mostra as principais leis de vida que fazem do casamento um caminho de felicidade, não desprovido de espinhos, mas plenamente realizador quando bem vivido. Percebe-se assim como são importantes as exigências centrais – a indissolubilidade, a unidade e a fecundidade – do vínculo matrimonial, e até que ponto são conaturais ao amor entre os sexos, se se quer que este desabroche em plenitude e conduza à realização. O autor ajuda também aqueles que porventura enfrentem uma crise conjugal a recapacitar e a enfrentar com realismo as dificuldades, de forma a resgatar o amor verdadeiro, deixando de lado ilusões e idealismos que possam ter-se infiltrado na fase romântica. Percebe-se assim que a fidelidade e a abertura de si mesmo aos outros constituem sempre a rocha sólida em que é necessário apoiar-se: é o paradoxo de sempre, de que é necessário perder a alma a fim de salvá-la. Cormac Burke nasceu em Sligo, na Irlanda, em 1927. Formou-se em Direito e doutorou-se em Direito Canônico, ordenando-se sacerdote em 1955. De lá para cá, conjugou a atividade sacerdotal com a tarefa de professor universitário: foi professor da Universidade Católica da América, nos Estados Unidos, da Universidade de Dublin, na Irlanda, e lecionou Teologia Moral e Direito Canônico no Seminário São Tomás de Aquino de Nairobi, no Quênia. Desde 1986, é Juiz da Rota Romana, o Supremo Tribunal da Igreja, em Roma.